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O Segredo por trás de "O Segredo"

 

O Segredo por trás de "O Segredo"

O Segredo por trás de "O Segredo" O maior fenômeno literário do segmento de auto-ajuda adapta teorias baseadas na ciência para fornecer uma alternativa racional à conquista da felicidade e do sucesso.

"Posso falar em dinheiro por experiência própria, porque um pouco antes de descobrir o Segredo meus contadores me informaram de que minha empresa tinha sofrido um grande prejuízo naquele ano e que iria falir em três meses ...
Então eu descobri o Segredo, e tudo em minha vida - incluindo a saúde de minha empresa - mudou completamente .. Eu sabia com cada fibra do meu ser que o Universo daria, e deu. Deu de um modo que eu nunca tinha imaginado ... Eu quero contar a você um segredo do Segredo. O atalho para qualquer coisa que você queira na sua vida é SER e SE SENTIR feliz agora! É o meio mais rápido para levar à sua vida dinheiro e qualquer outra coisa que queira.
Concentre-se em transmitir para o Universo esses sentimentos de satisfação e felicidade ... Quando transmite sentimentos de alegria, eles voltam a você como as experiências da sua vida. A lei da atração está refletindo seus pensamentos e sentimentos mais recônditos na forma de sua vida".

O parágrafo acima saiu da pena da autora australiana Rhonda Byrne e está no livro "O Segredo", o maior lançamento da história da auto-ajuda. O best seller vendeu no Brasil 250 mil cópias em apenas um mês. Nos EUA, ultrapassou a marca dos 6 milhões de livros de janeiro para cá. Para ter uma idéia do fenômeno, basta saber que outro campeão de vendas nessa categoria, "Quem Mexeu no Meu Queijo", foi adquirido por 2,5 milhões de pessoas no mundo todo, entre eles, 46.529 brasileiros - isso apenas nos últimos 12 meses. "O Segredo" não é só livro. Antes de tornar-se grande best seller (sobretudo nos Estados Unidos), a obra nasceu como um documentário - que já vendeu 1,7 milhão de cópias em DVD - criado pela própria Rhonda.

Inspirada no livro "The Science of Getting Rich" ("A Ciência de Ficar Rico") - escrito em 1910 por Wallace D. Wattles (1860-1911), um dos pioneiros na arte de unir idéias baseadas na ciência com a literatura de auto-ajuda -, a produção do documentário "O Segredo" teve início em agosto de 2005 e foi concluída no final daquele ano. O filme foi gongado pelos executivos do Channel Nine australiaano, e sua exibição acabou cancelada. Depois de um acordo, todos os direitos ficaram com Rhonda, que lançou o filme na internet e logo o transformou em livro. O burburinho na web chamou a atenção da produção do programa da apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, que se identificou com a teoria proposta na obra. "Sempre vivi de acordo com a lei da atração", disse a rainha da mídia norte-americana em seu programa. 
Em apenas duas aparições no "Oprah Winfrey Show", Rhonda e seus "professores" - gurus de auto-ajuda que colaboraram no livro - chamaram a atenção do público dos EUA e transformaram "O Segredo" em fenômeno. A isso se soma uma embalagem que remete a uma caixinha misteriosa e lacrada, o achado do título e, num pacote só, a "solução" que vários compêndios de auto-ajuda oferecem isoladamente (conquista da riqueza, do amor e de toda a sorte de bens materiais). E há também o senso de oportunidade da autora, que tira proveito da atual legião de céticos que querem acreditar numa mudança, mas sem precisar passar pelo filtro da religião. Para tanto, Rhonda recorre a conceitos derivados da ciência. GALILEU conversou com cientistas e pensadores para descobrir por que, afinal, o conhecimento científico entrou na receita milionária e popular da auto-ajuda.

No livro, Rhonda diz popularizar um antigo conhecimento secreto, que teria sido parcialmente preservado nos ensinamentos de religiões. Esse "segredo" permitiria a cada um realizar absolutamente todos os seus desejos. Todos mesmo. No documentário, há depoimentos em que os entrevistados contam como concretizaram ambições como a compra de uma mansão, de um carro, a cura de um câncer de mama e a extinção de contas recebidas via correio, substituídas por cheques.

O aspecto material das ambições dos adeptos não é o fator mais curioso no sucesso de "O Segredo", mas sim o fato de a obra não oferecer nada de realmente secreto. Ou mesmo de novo. "É o tradicional discurso sobre as virtudes do otimismo e do pensamento positivo e da auto-estima tantas vezes repisado", diz a antropóloga Carla Martelli, professora da Unesp e estudiosa da literatura de auto-ajuda. Segundo ela, essas idéias já eram veiculadas nos primeiros tempos do movimento, por volta do final do século 19 e começo do 20.

Dar roupagem contemporânea a coisas antigas é mais uma das grandes sacadas de Rhonda e colaboradores. Esse é o ponto em que a ciência assume o posto outrora ocupado pela religião. Em vez de fazer o leitor abrir o baú da fé, a autora opta pelo conhecimento, ou pelo menos um verniz que banhe as chaves para o sucesso e a felicidade com argumentos menos esotéricos.

Para tanto, a autora começa "O Segredo" afirmando que o Universo é regido por leis. Entre elas uma que ela chama de lei da atração, que estipula que cada um de nós atraia para sua vida aquilo que tem na mente. "Tudo o que entra na sua vida é você quem atrai, por meio das imagens mentais", escreve no livro o palestrante norte-americano Bob Proctor, um dos mais destacados participantes do projeto. Byrne aprofunda a idéia: "Cada um contém uma força magnética dentro de si mais poderosa do que qualquer coisa neste mundo emitida por seus pensamentos". Para ambos, nem é preciso acreditar na lei para que ela entre em ação. "A lei da atração é uma lei da natureza e tão imparcial e impessoal quanto a lei da gravidade. É precisa, exata", afirma Byrne.

O filósofo Osvaldo Pessoa ]unior, professor da USP e especialista em interpretações filosóficas da física quântica, diz que a lei da atração é um exemplo do que em filosofia se chama de naturalismo animista. Essa visão filosófica existe desde muito antes da ciência moderna. Na Antiguidade, era defendida na Grécia por pensadores como Pitágoras e os filósofos estóicos. É uma corrente que compara o Universo a um organismo vivo e dota a natureza com uma espécie de "alma" Nela estariam as explicações para muitos fenômenos. Por exemplo, os seres e objetos dotados de almas semelhantes atrairiam uns aos outros. Daí a crença grega de que "semelhante atrai semelhante".

As idéias animistas sobreviveram à Idade Média e permaneceram fortes em muitos dos saberes prétíficos da Renascença, como a alquimia e a astrologia. Com o advento da ciência moderna, porém, essa visão animista foi sendo gradualmente posta de lado. Um exemplo dessa mudança são as idéias de Johannes Keepler (1571-1630), um dos pais da astronomia que, embora acreditasse na astrologia, ajudou a lançar as bases da astronomia ao explicar o movimento dos planetas no Sistema Solar. Keppler disse: "Meu objetivo é mostrar que a máquina celestial não deve ser comparada com um organismo vivo, mas com os mecanismos de um relógio". O caminho que Kepler ajudou a abrir foi posteriormente trilhado por nomes como Galileu Galilei 1564-1642) e Isaac Newton (1643-1727). Enquanto a ciência moderna se fortalecia, a visão animista passou a ocupar um lugar periférico. Mas ela continua presente, de alguma forma, em correntes como a homeopatia e a medicina antroposófica.

"O pensamento animista diz que, como a minha alma é semelhante à alma do mundo, minha mente teria o poder de afetar a matéria. Mas não há evidências de que a mente seja capaz disso. Existem até alguns experimentos que parecem sugerir essa possibilidade. Mas, como não são replicados por outros cientistas, o assunto fica restrito à esfera da pseudociência, na qual se encaixam afirmações que não foram reproduzidas experimentalmente, como a transmissão de pensamento", diz Pessoa. Essa impossibilidade de comprovação empírica faz com que, do ponto de vista da ciência ortodoxa, não tenha sentido comparar, por exemplo, o poder do pensamento positivo com a ação da gravidade.

Outro dos alicerces sobre o qual Rhonda e seus colaboradores fundamentam suas idéias é a física quântica. Como é a parte da física que explica o funcionamento da natureza em escalas microscópicas - procura decifrar o mundo do átomo e de partículas ainda menores que ele -, registra e estuda comportamentos que parecem estranhos à lógica visível do nosso dia-a-dia. Isso virou o mundo científico de cabeça para baixo e abalou algumas convicções.

A física quântica começou a ser desenvolvida a partir de 1900 e surpreendeu os cientistas daquela época porque fornecia uma descrição do mundo que era muito diferente da que se conhecia até então. Criada três séculos antes, a física clássica já trabalhava com o conceito de causa e efeito e permitia conhecer com precisão os movimentos dos objetos, suas posições e velocidades. Além disso, ela se sustentava na idéia de que é possível medir um fenômeno objetivamente, sem que a nossa observação o altere.

Nada disso acontece na realidade quântica. Nela, não é possível saber a posição de um átomo com precisão, mas apenas a possibilidade de que ele esteja numa certa região. Para complicar ainda mais, a nossa observação altera os objetos que estamos tentando medir, e não dá para saber como ele era antes de ser observado - nem se ele existia antes da observação. E certos fenômenos acontecem simultaneamente, jogando para escanteio a noção de causa e efeito. Sem causa e efeito, sem objetividade, cheio de acaso e indeterminação, esse é o labirinto quântico em que vivem os átomos e seus constituintes.

Em "O Segredo", Rhonda explica assim o que há de física quântica na sua tese: "Em termos simples: toda energia vibra numa freqüência; por ser energia, você também vibra numa freqüência, e o que determina sua freqüência de vibração a qualquer momento dado é o que você pensa e sente. Todas as coisas que você deseja são formadas de energia e elas também estão vibrando. (...) Ao se concentrar no que deseja, você muda a vibração dos átomos daquela coisa, fazendo-a vibrar para você. A razão de você ser a mais poderosa torre de transmissão do Universo é ter recebido o poder de concentrar sua energia por meio de seus pensamentos e alteraras vibrações daquilo em que se concentra, o que então atrai o que deseja magneticamente para você".

A idéia de que a mente humana é uma torre de emissão capaz de irradiar pensamentos não aparece nem nos mais modernos estudos de neurociência, embora os estudiosos do cérebro falem em ondas cerebrais. Tanto que, para medir a atividade elétrica das células do órgão, os neurocientistas desenvolveram a eletroencefalografia. O registro dessa atividade é chamado às vezes de ondas cerebrais. Mas recebe esse nome muito mais devido ao documento que gera - em formato de onda sobre o papel.

"Não se fala em 'vibração' de átomos nem de energia. Sabemos que os átomos não têm trajetórias bem definidas e podemos saber apenas a probabilidade de encontrá-los numa certa região do espaço. Talvez seja isso que a autora queira sugerir com 'vibração' ", diz George Matsas, professor do Instituto de Física Teórica da Unesp. Ele afirma que não há nenhuma evidência de que o pensamento afete o mundo subatômico. "Isso já foi aventado no passado, mas praticamente mais ninguém pensa assim. E a comparação do ser humano a um ímã também não faz sentido".

Fazer sentido, eis aí uma dificuldade que a física quântica prega em nossos olhos acostumados a visões macroscópicas. E isso gera divisão entre os estudiosos. Um dos grupos defende a interpretação idealista, que acredita ser possível que a mente tenha poderes sobre a natureza. Proposta a partir dos anos 1930 e defendida por físicos como o húngaro John Von Neumann (1903-1957) - um dos pais da teoria dos jogos e integrante da equipe que desenvolveu a bomba de hidrogênio -, essa interpretação é considerada uma possibilidade remota pela maioria dos físicos quânticos.

Remota, mas uma possibilidade. Assim, será então que pode estar nos efeitos do pensamento sobre o misterioso mundo quântico a chave da lei da atração que é anunciada em "O Segredo"? "Não", diz Marcelo Gleiser, astrofísico e colunista de GALILEU. E dá suas explicações para o porquê. "No nosso mundo cotidiano e macroscópico, esses efeitos são muito suprimidos. Não dá para transportar as idéias de uma esfera para a outra. Um elétron pode atravessar uma parede, por exemplo, mas nós não podemos".

Alguns estudos levantam a possibilidade estatística de o nosso pensamento afetar a realidade. O físico João Bernardes Filho, professor da PUC-RS e autor de "Física e Psicologia" (EdiPUCRS), cita como exemplo os experimentos feitos no Laboratório de Estudos de Anomalias em Engenharia (PEAR), que iniciou suas atividades em 1979 na Universidade Princeton, nos EUA, e foi fechado em fevereiro passado.

Os pesquisadores do PEAR realizaram milhares de experimentos para tentar demonstrar uma suposta capacidade da mente humana de interferir no funcionamento de máquinas mecânicas e eletrônicas. Os resultados dos pesquisadores do PEAR despertaram a curiosidade do astrônomo Carl Sagan (1934-1996), que em seu livro "O Mundo Assombrado pelos Demônios" diz que as afirmações dos estudiosos de Princeton mereciam ser avaliadas.

E foram. Das conclusões não saiu nada que pudesse validar algo parecido com a lei da atração. "Os estudos indicam que o grau de influência do pensamento sobre os eventos seria muito pequeno, da ordem de 0,3%", diz João Bernardes. Ou seja, as chances de obter algum resultado favorável aplicando o pensamento intencionalmente sobre uma situação específica seriam mínimas.

Mas isso não desestimula os autores de auto-ajuda interessados em unir suas idéias a conceitos científicos. Pelo contrário. Desde o final do século 19, esse tipo de literatura já fazia referências a idéias tiradas de disciplinas científicas ou de avanços tecnológicos. A então recente chegada do telefone fertilizava o terreno sobre o qual os autores da época semeavam suas idéias. Afinal, se a voz podia ser transmitida à distância, por que não os pensamentos?

Apesar da passagem dos anos e da aceleração do desenvolvimento tecnológico, uma característica une os leitores do século 19 com os atuais consumidores de "O Segredo". Tanto naquele tempo quanto hoje, há uma categoria de céticos que gostariam de acreditar numa mudança possível, mas para quem o lado esotérico da religião não fornece as respostas mais convenientes. Para chegar a eles, alguns autores queriam - e continuam querendo - mostrar que a auto-ajuda pode não ser uma questão de fé, mas sim algo diferente e que pode ser comprovado objetivamente, o que explica parte do ovo de Colombo de Rhonda.

Outro efeito curioso no fenômeno "O Segredo" é o fato de o leitor, seduzido pela embalagem científica da lei da atração, estar levando para casa, sem saber, um discurso mágico. "As ciências sociais fazem uma distinção entre religião e magia", afirma Antônio Pierucci, professor titular de ciências sociais da USP especialista em sociologia da religião. "Um ato religioso é, por exemplo, fazer uma prece a Deus. Mesmo sem ter grandes garantias de que Ele vá atender, o fiel continua pedindo, numa atitude humilde e de respeito", diz. Mas a magia inverte a relação com o sagrado por meio de um gesto ou de uma palavra mágicos.

E isso tem um apelo tão sedutor quanto divertido para aqueles que acreditam no poder da magia. Afinal, ela enche a realidade de seres e torna o mundo mais interessante. Crédulos ou não, para tornar a vida moderna menos chata precisamos povoá-la com a imaginação. Para isso servem as novelas, os filmes, a música, a poesia. Nesse campo, entram também a magia e a religião. A ciência fica de fora, pois pertence à esfera da técnica. Apesar disso, não tem a pretensão de liquidar o imaginário.

Melhor que liquidar é estudar. Só assim para decifrar a relação entre a magia e o divino. No caso de "O Segredo", ela pode ser explicada usando como exemplo a lenda árabe de ''Ali Babá e os 40 Ladrões". Na história, um personagem diz: "Abre-te, Sésamo", e assim faz com que um espírito obedeça ao seu comando e abra uma porta. "Aqui é o mago quem comanda. A magia é um ato de coerção do divino", afirma o professor Pierucci.

Por falar em lendas árabes, "O Segredo" usa outra para exemplificar o funcionamento da lei da atração. Trata-se de ''Aladim e a Lâmpada Maravilhosa". O documentário defende que o gênio é uma representação do Universo, sempre pronto a atender os pedidos que cada um lhe faz constantemente por meio de seus pensamentos e emoções. A história serve para sugerir que o Universo está sempre realizando nossos desejos. E, se não estamos felizes com o que estamos recebendo, basta mudarmos a maneira como pensamos e o Universo atenderá sem falhas. "Na religião, o pedido é como se fosse uma negociação entre duas partes, na qual o fiel é uma pessoa, e Deus é outra. Já na magia é tiro e queda", diz Pierucci.

Pois é esse discurso de "eficiência máxima" que pode fazer com que homens e mulheres do século 21, acostumados a viver numa sociedade de alto desenvolvimento tecnológico, se joguem de cabeça no pensamento mágico e na auto-ajuda, especialmente os adeptos da new age (nova era), movimento surgido nos anos 1970 e que mistura elementos de várias religiões e filosofias. É o que pensa o antropólogo inglês Andrew Dawson, da Universidade Lancaster. ''As pessoas da nossa época são fascinadas com a ciência. Ela é vista como a aplicação prática de um conhecimento que é altamente eficiente e que proporciona sempre o efeito desejado. Os adeptos da new age acreditam que, se realizarem corretamente certos rituais e práticas específicos, encontrarão as respostas pelas quais procuram. A ciência oferece à new age um modelo no qual se espelhar", diz.

Mas a eficácia não é o único aspecto que seduz e atrai tanta gente para a espiritualidade new age, que permeia todo o discurso de "O Segredo", tanto no livro quanto no documentário. Ela é capaz de dialogar com indivíduos de classe média de todos os países industrializados do mundo, do Japão ao Brasil, pois oferece elementos que são valorizados pela vida moderna. Entre eles estão a autonomia intelectual - o senso de descobrir suas próprias verdades, em vez de meramente aceitar dogmas prontos vindos das religiões tradicionais - e a busca de riqueza e qualidade de vida. "A new age diz que não há problemas em possuir a riqueza e a estabilidade que a classe média de todos os países já tem. Nem em procurar mais riqueza e sucesso", diz Dawson.

Além de servir como um combustível para a imaginação, há um último segredo importante em "O Segredo", de Rhonda Byrne: o impacto emocional que o filme e o livro conseguiram criar em milhões de pessoas. Mais uma vez, a obra retoma os elementos essenciais da auto-ajuda. Neste caso, no que ela tem, talvez, de mais concreto, que é a sua capacidade de criar motivação. Assim, quando um livro com uma "verdade" apresentada de forma muito forte cai nas mãos de uma pessoa que pode estar numa situação difícil, ela se pergunta: "E se eu tentar?". Afinal, muita gente tem uma grande vontade de acreditar que de fato exista um segredo que possa mudar a vida. É essa expectativa de que algo pode melhorar que realmente pode causar transformações e melhoras. E não "O Segredo" em si.

Para ler
O Segredo, Rhonda Byrne. Ediouro. 2006


www.galileu.globo.com

Fonte: Revista Galileu - por Pablo Nogueira

 

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