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Publicidade: a arte da boa imagem

 

Publicidade: a arte da boa imagem

Depois de vários anos figurando sempre na lista dos três cursos mais concorridos das universidades federais de Pernambuco, o curso de Publicidade e Propaganda já não tem mais o título de “curso da moda”, mas continua entre os mais concorridos (sexta colocação no vestibular 2004). 
Apesar da disputa acirrada, existe demanda para publicitários no mercado de trabalho, pois o aumento da concorrência entre as empresas tem exigido cada vez mais eficiência na comunicação com os consumidores. 

No entanto, esta não é uma profissão para todo mundo. O publicitário, entre outras qualidades, tem que ser, no mínimo, criativo. Além, claro, de algum talento artístico, facilidade para trabalhar em equipe, sociabilidade e sensibilidade para compreender a sociedade. 
É verdade que muito se aprende, mas (tem sempre um “mas”) em um mercado tão competitivo a vocação pode ser decisiva, principalmente na realidade atual, onde os conceitos mudam a todo instante. 
O publicitário de hoje não apenas cria e mantém a boa imagem de produtos, serviços, empresas ou pessoas. 
Ele vai além: provoca sensações no cliente. 

Segundo Elmo do Val, Diretor de Criação da MV2 Comunicação, empresa responsável pelas campanhas do GGE, o publicitário vende o “bem estar”, faz o consumidor sonhar, sentir o produto. Daí os comerciais com gente feliz, os lugares bonitos, os ângulos cuidadosamente selecionados. 
Enfim, peças publicitárias que prendem a atenção do consumidor de tal forma que, muitas vezes a marca da empresa aparece apenas no final do comercial, como uma espécie de “carimbo” endossando a mensagem publicitária. 

Tal pretensão de vender sonhos, claro, esbarra muitas vezes em questões éticas. Nestes casos, vale mais a experiência e o bom senso do profissional. 
Para Elmo Duval, a peça publicitária por mais criativa que seja não pode criar sozinha a imagem de um produto. “A empresa deve corresponder às expectativas criadas pelo publicitário. 
Quando isto não ocorre, o efeito é inverso. A publicidade negativa do boca à boca minam a imagem construída ao longo de anos de trabalho”, explica. 

O dia-a-dia do publicitário é, portanto, uma guerra constante. Analisa os produtos ou serviços a serem oferecidos ao mercado, determina os pontos fracos e fortes (inclusive dos concorrentes) e define as melhore formas de apresentá-los ao público e garantir-lhes a venda. 
Os debates decorrentes dos estudos publicitários muitas vezes influenciam o cliente a melhorar o produto. 

Paralelamente, o publicitário pesquisa o perfil do público-alvo, levantando dados como nível sócio-econômico, escolaridade, idade, costumes e hábitos de consumo. 
Com base na análise das informações colhidas, planeja a divulgação das peças publicitárias, definindo onde devem ser veiculadas para atingir o maior número de pessoas. 

Finalmente cria os textos, cuida das imagens e acompanha a produção do material. Depois da veiculação, faz novas pesquisas para avaliar o impacto da propaganda sobre o consumidor. 

Além das agências publicitária, o publicitário pode atuar também no departamento de marketing de grandes empresas, elaborando estratégias de venda.

Por Amilton Aquino 

 

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